• PROVÍNCIA DE BENGUELA ACOLHE WORKSHOP DE FORMAÇÃO PARA INSPETORES FITOSSANITÁRIOS


    A província de Benguela acolheu nesta segunda-feira, 20 de julho, um workshop de formação dirigido a inspectores fitossanitários.
    A acção formativa, com duração de quatro dias, reúne 33 técnicos provenientes de 10 províncias do país.
    A iniciativa é promovida pelo Ministério da Agricultura e Florestas, através da Direção Nacional da Agricultura e Pecuária e da Autoridade Nacional Fitossanitária, e conta com assistência técnica da SADC, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura - FAO e do Reino dos Países Baixos.
    A cerimónia de abertura foi presidida pelo director provincial da Agricultura, Pecuária e Pescas, Leiland da Costa, em representação do Governador provincial de Benguela, Manuel Nunes Júnior.
    Na ocasião, Leiland da Costa manifestou satisfação por Benguela acolher a formação, considerando-a um passo importante para o fortalecimento do Sistema Nacional de Proteção Vegetal e para o desenvolvimento sustentável do setor agrícola.
    O responsável destacou ainda o empenho do Executivo angolano na diversificação da economia, apontando a agricultura, a pecuária e o sector florestal como áreas estratégicas para reduzir as importações e reforçar a segurança alimentar do país.
    Segundo o Dicretor, o papel dos inspectores fitossanitários é fundamental para a defesa da produção nacional.
    "Não basta aumentar a produção. É preciso produzir com qualidade e proteger aquilo que produzimos” afirmou.
    Leiland da Costa sublinhou que estes profissionais constituem a primeira linha de defesa da agricultura, cabendo-lhes prevenir, controlar, orientar e fiscalizar a ocorrência de pragas e doenças.
    Durante a sua intervenção, recordou também os grandes desafios e oportunidades que Angola enfrenta no sector agrícola, com destaque para o lançamento do programa Agrocorredores, no âmbito da SADC, recentemente apresentado em Benguela.
    A representante da FAO em Angola, Maria da Fátima de Jesus, salientou a importância da sanidade vegetal para o reforço da segurança alimentar, do desenvolvimento económico e da competitividade da agricultura nacional.
    "Proteger as plantas é proteger a vida, os agricultores, a alimentação das famílias e o futuro de Angola” concluiu.